Dieta gordurosa leva a maior consumo de alimentos, diz estudo


Uma pesquisa feita com camundongos nos Estados Unidos indica que uma dieta rica em gorduras e açúcar ativa uma proteína que faz com os animais consumam mais alimentos do que o normal, podendo ficar obesos.

A descoberta foi feita quando os cientistas da Universidade de Wisconsin-Madison investigavam a "inflamação metabólica", um problema crônico e sem muita gravidade, mas que é observado com frequência em doenças relacionadas à obesidade.

Nos camundongos, uma proteína ligada a inflamações mostrou ter sido ativada quando os animais recebiam uma dieta com muito açúcar e gordura, e as cobaias começaram a comer mais.

Camundongos geneticamente alterados para bloquear o processo, mesmo com uma dieta com muita gordura, conseguiram manter um peso saudável.

Remédio

Para Dongsheng Cai, cientista que liderou a pesquisa, a descoberta deste processo pode ser usada para a criação de medicamentos contra a obesidade.

"O objetivo final é, certamente, identificar um supressor eficaz deste processo", afirmou.

Para o professor Fran Ebling, da Universidade de Nottingham, na Grã-Bretanha, a proposta é boa, mas pode interferir com a saúde do paciente.

"É interessante, mas se temos um medicamento que tem este processo como alvo, ele também poderá interferir com alguma outra parte do sistema imunológico", afirmou.

A pesquisa americana foi divulgada na publicação científica Cell.
Fonte: BBC Brasil

Alimentação equilibrada ajuda a combater envelhecimento da pele


Aprenda como manter a pele rejuvenescida com dieta e hábitos saudáveis




Não tem muito segredo. Você pode até prevenir alguns sinais de envelhecimento ou danos provocados por fatores externos à pele, mas só uma alimentação correta proporciona saúde e, consequentemente, viço e beleza. De nada adianta investir em cremes milagrosos, se não consumir nutrientes com ação antioxidante. "Zinco, selênio, vitaminas E e C, betacaroteno e licopeno (precursores da vitamina A) são alguns dos inimigos dos radicais livres", afirma o nutricionista Marco Dias Leme. 

Produtos de origem animal e cereais integrais são boas fontes de selênio, segundo a Associação Brasileira de Medicina Biomolecular. O selênio é necessário para a produção de glutationa, que neutraliza os radicais livres que podem levar à deterioração do colágeno e elastina. De acordo com a instituição, o aumento dos radicais livres no organismo causa envelhecimento precoce, maior incidência de câncer e patologias cardiovasculares. A castanha do Pará é outra fonte rica em selênio e zinco, que melhoram a elasticidade da pele, ajuda na batalha contra infecções e auxiliam no crescimento de células. Além destes benefícios, o selênio melhora cabelos e unhas.
Radicais livres são moléculas liberadas pelo metabolismo do corpo com elétrons altamente instáveis que podem causar doenças degenerativas de envelhecimento e morte celular. Exercícios físicos intensos, exposição exagerada ao sol, cigarro e abuso de alimentos fritos e refinados são alguns dos responsáveis pelo excesso de produção dessas moléculas. Normalmente, os radicais livres são aniquilados rapidamente no corpo, o problema é quando há uma alteração na produção que não é absorvida pelo organismo.

Cereais integrais são alimentos carregados de vitaminas do grupo B, essenciais para o funcionamento normal da pele por estarem ligadas ao metabolismo e crescimento de novas células, ajudam no fortalecimento contra infecções e estresse e previnem descamação e rachaduras. Amêndoas e quinua são outras fontes deste grupo de nutrientes. Experimente adicionar as últimas ao preparo do feijão. Nas receitas à milanesa incorpore nozes, sementes moídas ou farelo de aveia no empanado





Peixes de água gelada, como salmão, sardinhas, truta, anchovas e arenque, além do óleo de canola e a semente de linhaça são ricos em ácidos graxos essenciais (ômega 3 e ômega 6) que melhoram a pele, diminuindo a ocorrência de obstrução dos poros, reduzindo a produção de agentes inflamatórios e melhorando a elasticidade. Esses ácidos graxos são responsáveis por membranas saudáveis das células e impedem a entrada de substâncias nocivas. Auxiliam ainda na hidratação das células, o que ajuda a pele a manter o seu nível de umidade adequado, resultando num aspecto mais jovem.




Carne de frango é fonte de proteína magra, essencial para a formação do colágeno da pele. Além disso, a ave contém carnosina, substância que auxilia na prevenção de rugas. Já a vitamina A também auxilia no desenvolvimento das células da cútis e na manutenção da boa saúde das células, evitando o ressecamento da pele. 

Os carotenóides licopeno (encontrado no tomate) e betacaroteno (encontrado na cenoura, abóbora, batata doce, damasco seco, brócolis e couve) são precursores da vitamina A.

O espinafre também é rico em vitamina K, que ajuda a circulação sanguínea, além de estar repleto de antioxidantes que retardam o envelhecimento. Esta vitamina, além da C, D, bem como a riboflavina, zinco, cálcio, magnésio e ferro, também está presente no chá verde.

A erva possui propriedades anti-inflamatórias e reduz o risco de danos causados pelos raios ultravioleta do sol, podendo prevenir o câncer de pele. A bebida fornece uma ampla gama de benefícios para a pele, incluindo o combate aos radicais livres. 

Agora toda a hidratação e a absorção dos nutrientes necessários ao equilíbrio da pele só são garantidos com a ingestão adequada da quantidade de água: no mínimo dois litros por dia. Ela é essencial para hidratar o corpo, a pele e as fibras solúveis que ingerimos. Estas são responsáveis por estimular o trânsito intestinal e a eliminação de toxinas do organismo, impedindo que o seu acúmulo também seja refletido na saúde e beleza.

Além de apostar em uma alimentação rica em vitaminas, proteínas, fibras e líquidos (que fortalecem o organismo e neutralizam radicais livres), abandonar o hábito de fumar, praticar exercícios físicos, combater o estresse e garantir ao menos oito horas de sono por dia também são atitudes pró-juventude. 



Fonte:http://www.minhavida.com.br

Consumo de cafeína pode prejudicar diabéticos


Um estudo realizado por cientistas americanos sugere que o consumo de cafeína entre pacientes de diabetes tipo 2 pode aumentar o nível de açúcar no sangue.

Publicada na revista científica Diabetes Care, a pesquisa realizada na Duke University, nos Estados Unidos, monitorou o nível de açúcar em 14 pacientes diabéticos e sugere que o estimulante pode aumentar o nível de glicose diário em até 8%.

Para realizar o estudo, os cientistas deram dois tipos de comprimidos para os participantes: um placebo e uma cápsula de cafeína, equivalente a quatro xícaras de café. 


Os participantes alternaram a ingestão das pílulas diariamente e tiveram os níveis de açúcar monitorados através de um sensor de glicose subcutâneo, capaz de monitorar os níveis de glicose por um período de até 72 horas.

Impacto da cafeína

Segundo James Lane, que liderou o estudo, o próximo passo será analisar se uma dieta sem cafeína pode ajudar a controlar o nível de açúcar em pacientes de diabetes tipo 2. Segundo ele, uma das causas do aumento no nível de glicose pode ser a interferência da cafeína no processo que transporta a glicose do sangue para o músculo e outras células do corpo.

Além disso, a cafeína pode também ativar a liberação de adrenalina, o que contribui para o aumento no nível de açúcar. "Meu conselho para os pacientes que estão tentando controlar o nível de glicose e tomam café com frequência, é tentar parar para ver se alguma diferença é observada", disse. Lane suspeita que a sensibilidade dos pacientes possa influenciar nos resultados da redução no nível de glicose. De acordo com Cathy Moulton, da ONG Diabetes UK, que trabalha com pacientes diabéticos, o estudo ainda é limitado.

"A pesquisa é interessante. No entanto, o estudo examinou apenas uma amostra de dez pessoas em um período de 72 horas, o que é muito pouco", afirmou. "É preciso realizar mais pesquisas antes de pedir aos diabéticos que parem de tomar café", explicou Moulton.

"A melhor maneira de controlar o nível de glicose é com uma alimentação saudável e a prática de exercícios", concluiu.

Fonte: www.nutricaoativa.com.br

Conheça cinco atitudes que ajudam na digestão

Acabe com a sensação de mal-estar e estômago pesado após as refeições


Alguns hábitos simples durante as refeições, e logo depois delas, são indispensáveis para que o corpo faça uma boa digestão. Confira como cinco atitudes que, incorporadas a sua rotina, podem facilitar a absorção dos nutrientes dos alimentos pelo organismo e prevenir incômodos, mal-estar e aquela sensação de estômago muito cheio. 

1 - Mastigue bem 
Coma devagar, mastigue bastante os alimentos e tire o máximo de prazer da sua refeição. Por causa da correria da vida moderna, muitas vezes engolimos a comida sem mastigar, dificultando a digestão e absorção dos nutrientes dos alimentos. A nutricionista Roberta Stella destaca que o resultado dessa agitação são gases em excesso e abdômen inchado. Fora que seu corpo acabará gastando mais energia para fazer a digestão e você fatalmente ficará com mais sono e cansaço após as refeições
2 - Coma em paz 
A hora da refeição deve ser a mais tranquila possível. Evite discussões, brigas e levar o trabalho para a mesa. "Preocupações podem tornar qualquer prato indigesto, até o mais saudável, pois o estado emocional afeta as secreções gástricas indispensáveis à boa digestão", afirmam a médica Leninha Valério do Nascimento e a jornalista Áurea Pessoa no livro Beleza - Desafios da Ciência e da Tecnologia. Elas destacam, ainda, que não são apenas os aborrecimentos que atrapalham a digestão. Uma forte emoção boa tem o mesmo efeito.

3 - Não beba durante as refeições 
Os líquidos deixam o estômago em dez minutos, levando com eles os sucos digestivos. A situação piora se a bebida for quente, pois o calor irá enfraquecer os tecidos do estômago. Outra desvantagem é que a saliva possui enzimas que atuam na quebra molecular dos alimentos, e os líquidos atrapalham esse processo. Ao se misturarem à saliva eles a deixam "frágil". Isso significa que o estômago terá mais trabalho e o organismo gastará mais energia para digerir os alimentos. 



 - Tome chá depois da refeição 
Acabou de comer? Um chá é uma ótima pedida para finalizar. Roberta diz que ele ajuda a livrar da sensação de inchaço logo depois da refeição. "Quente, a bebida ajuda a dissolver as gorduras e diminui a formação de gases intestinais", afirma.

5 - Evite esforço físico e relaxamento 
Ao sair da mesa, descanse um pouquinho, mas não durma. Logo após as refeições é bom evitar atividades físicas intensas e, no outro extremo, dormir. "O sono depois de comer faz com que o metabolismo do corpo diminua. Os exercícios físicos também são ruins porque reduzem a quantidade de sangue disponível para digerir os alimentos. Das duas formas, a comida fica mais tempo retida no organismo, que produz toxinas geradoras do mal-estar", ensina a nutricionista



 Fonte:http://www.minhavida.com.br

A semente daquilo que será


O que a natureza do Universo mais ama é transformar coisas que existem e criar novas coisas como elas. Pois tudo que existe é, de algum modo, a semente daquilo que será.
(Marco Aurélio)

Adicionar mais cálcio à dieta pode ajudar a viver mais


Segundo estudo do conceituado centro de pesquisas sueco Instituto Karolinska, adicionar mais cálcio à dieta pode ajudar a viver mais. Acompanhando, por 10 anos, mais de 23 mil homens suecos com idades entre 45 e 79 anos, os pesquisadores descobriram que aqueles que consumiam maior quantidade de cálcio na alimentação eram 25% menos propensos a morrer durante o estudo, comparados àqueles com a menor ingestão do nutriente.

Na pesquisa, os participantes relataram sua dieta, sendo que nenhum deles consumia suplementos de cálcio. As análises mostraram que os maiores consumidores de cálcio na alimentação tinham 25% menos chances de estarem entre os 2.358 participantes que morreram durante o acompanhamento e 23% menor risco de morrer de doença cardíaca do que aqueles que não ingeriam uma maior quantidade de cálcio.

De acordo com os autores, o grupo que ingeria maiores níveis do mineral (um terço dos participantes) consumia cerca de 2.000mg diárias - principalmente no leite, laticínios e cereais -, contra cerca de 1.000mg do um terço que ingeria menos cálcio, sendo que o recomendado pelas autoridades americanas de saúde é de 1.000 para homens de 19 a 50 anos e de 1.200 para aqueles com mais de 50. "A ingestão de cálcio acima do recomendado diariamente pode reduzir a mortalidade por todas as causas", concluíram os pesquisadores.

Eles destacam que o nutriente pode reduzir a mortalidade de várias formas, como, por exemplo, reduzindo a pressão sanguínea, o colesterol e os níveis de glicose no sangue. No entanto, mais estudos são necessários para a confirmação desse efeito do cálcio, principalmente os que considerem sua ingestão em combinação com o magnésio e que investiguem outra fonte importante do nutriente, que é o consumo de água.

Fonte: http://boasaude.uol.com.br

Benefícios da hidroginástica

A hidroginástica é um esporte que traz muito benefícios para a saúde e para a forma física. E pode, inclusive, ser mais eficaz que os demais exercícios.
O principal beneficio desse esporte é aliviar o estresse do dia-a-dia, deixando corpo e mente bem relaxados. Quando feita com freqüência  e com acompanhamento de um profissional da área  pode também melhorar a postura, dar mais flexibilidade ao corpo, melhorar a coordenação motora, fortalecer a massa muscular e aumento da resistência física.
Outra vantagem é que não é preciso saber nadar, basta manter a freqüência e aproveitar os benefícios!

Consumidores moderados de álcool têm saúde melhor, diz estudo

Segundo pesquisadores, álcool não é benéfico à saúde, mas o consumo moderado é um sinal de boa condição. 

Quem bebe álcool moderadamente em geral tem saúde melhor do que os abstêmios, disseram cientistas franceses na quarta-feira. Segundo eles, o benefício não tem relação direta com o álcool, e sim com fatores indiretos, como o relaxamento, a realização de mais atividade física e o melhor status social.

"O consumo moderado de álcool é um poderoso marcador de um maior nível social, um status superior de saúde geral e menor risco cardiovascular", disse Boris Hansel, do hospital parisiense Pitié-Salpêtrière, que dirigiu o estudo. Ele salientou, no entanto, que o estudo não aponta uma ligação de causa-efeito e não deve ser usado para promover o consumo do álcool.

O abuso do álcool está associado a várias doenças, inclusive problemas hepáticos e cardíacos e alguns tipos de câncer. A Organização Mundial da Saúde diz que o alcoolismo mata 2,3 milhões de pessoas por ano.

Hansel e seus colegas estudaram quase 150 mil franceses, dividindo-os em quatro grupos - quem nunca bebeu, quem bebia pouco (menos de 10 gramas de álcool por dia, cerca de uma dose), bebedores moderados (10-30 gramas por dia) e bebedores pesados (mais de 30 gramas por dia). As conclusões foram publicadas na revista European Journal of Clinical Nutrition, pelo grupo Nature.

Segundo os pesquisadores, bebedores leves e moderados, homens e mulheres, tinham uma saúde geral melhor do que quem nunca bebia ou quem bebia demais. Homens que bebiam moderadamente tinham em geral menor risco cardiovascular, menor ritmo cardíaco, menos estresse, menos depressão e menor índice de massa corporal. Também apresentavam resultados melhores em mensurações subjetivas da saúde, como a quantidade de exercícios que faziam. Os cientistas encontraram tendências semelhantes entre bebedoras moderadas, que tinham menor pressão arterial e cinturas mais finas. Em ambos os sexos, os bebedores moderados tinham maiores níveis de HDL (colesterol bom) no sangue. Hansel disse que isso não significa que o álcool tenha uma influência positiva sobre o colesterol ou proteja o coração.

Segundo ele, a principal conclusão é de que o consumo moderado de álcool é um bom indicador de um "status social ótimo", e que essa pode ser a principal explicação para a melhor saúde desse grupo. "Essas conclusões sugerem que não é apropriado promover o consumo de álcool como base para a proteção cardiovascular", disse ele, acrescentando que o "prazer" é a melhor justificativa para beber moderadamente.

Fonte: www.estadao.com.br

A mulher que passa


Meu Deus, eu quero a mulher que passa
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Oh! como és linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
 

Teus sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pelos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.
 

Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
 

Como te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me concontrava se te perdias?
 

Por que não voltas, mulher que passas?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida
Para o que sofro não ser desgraça?
 

Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
 

Que fica e passa, que pacífica
Que é tanto pura como devassa
Que bóia leve como a cortiça
E tem raízes como a fumaça.
 

Síndrome de Burnout pode ser causada por estresse no trabalho


Dar muita dedicação à profissão pode desencadear problemas de saúde




Esse é um tema que ainda causa muita curiosidade e dúvida nas pessoas. Até que ponto o trabalho pode realmente ter influência num problema emocional que pode desencadear algo físico? Você trabalha além do esperado? Muitas horas de serviço acima do combinado? Dificuldade de organizar sua vida, do humor e na relação com as pessoas? Outras áreas estão prejudicadas? Você tem um sentimento de que o que você faz pode não estar sendo valorizado nem por você nem pela organização onde trabalha de forma satisfatória? Como o trabalho pode influenciar diretamente no estado emocional e físico? 

A palavra vem do inglês burn [queima] e out [exterior]. Podemos dizer então, de alguma maneira, que o problema que se sente "dentro" foi provocado por algo "fora" (exterior), e nesse caso estamos falando do trabalho. É considerado um estresse ocupacional, ou seja, os sintomas estão ligados a questão do trabalho e não a outras razões externas como é possível ocorrer na depressão, ansiedade e estresse, que são doenças que se assemelham e muito a síndrome de bournout. 

Sintomas
 Desgaste emocional intenso, algo forte e com sintomas muito parecidos com a depressão:
-dificuldade de concentração;
- tristeza;
- falta de ânimo;
- angústia;
- desespero;
- alteração do humor;
- irritação e agressividade;
- falta de sentido;
- pouco interesse pelas coisas que antigamente geravam prazer e bem estar;
- sentimento de baixa auto-estima e baixa avaliação sobre o desempenho profissional.
- dificuldade de lidar com conflitos e a tolerância à frustração acaba por ser baixa. Por isso, a pessoa tem um desejo grande largar tudo e sair do trabalho. Por se sentir no limite, quem se sente assim, acaba reagindo de forma agressiva com as pessoas a sua volta. Porém, o problema não se resolve simplesmente assim;
- desgaste físico, cansaço e exaustão;
- acontecem somatizacoes (ou seja, doenças físicas que tiveram início com questões emocionais), tensão no corpo, dor de cabeça constante, dificuldade de relaxar, mudança brusca de peso e apetite e insônia.
Normalmente os que sofrem com esse problema são pessoas corretas, com alto grau de julgamento, críticas e muita exigência. Seja para com elas próprias ou para os demais a sua volta. Esse padrão vai muito além delas mesmas e se expande para os outros, principalmente com os colegas de trabalho. Com isso, num momento de maior dificuldade, vão sentir esses sintomas ainda mais presentes e com poucos recursos para lidar de forma necessária com situações difíceis, pois o estado emocional não é facilitador. De modo geral, são pessoas que gostavam muito do que faziam no trabalho e se dedicavam "de corpo e alma" a sua função.

Normalmente, falta equilíbrio entre trabalho e outras área da vida. Principalmente, saber cuidar de si, como sabe cuidar dos interesses da organização onde trabalha. Família, amigos, lazer, saúde, são áreas que merecem atenção e respeito além do trabalho.
Como prevenir?
1- Organizar o tempo de trabalho e outras áreas de vida,
2- Principalmente saber dar a devida importância a si próprio;
3- Cuidar dos sintomas físicos ligados a síndrome de bournout com devida atenção;
4- Cuidar dos sintomas emocionais e buscar melhor resultado e ação;
5- Exercícios de respiração e relaxamento ajudam e devem ser feitos para iniciar uma melhora;
6- Atividade física, esporte, academia etc, podem contribuir para um bem estar físico que refletira no emocional.
7- Técnicas com hipnose ericksoniana, novo código da pnl e coaching contribuem na cura e no estabelecimento de metas.

Sessões específicas para combater o problema, retomar o humor e organização mental e a saúde plena. Durante as reuniões é possível estabelecer metas e forma de alcance dos desejos e objetivos para o bem estar. 

Grão-de-bico combate a depressão, dizem pesquisadores


Já se sabe que o grão-de-bico está lotado de triptofano, um aminoácido fundamental para a produção da serotonina, substância que traz sensações agradáveis. Apesar das vantagens, o grão-de-bico não ocupa lugar de destaque no ranking das leguminosas mais populares. Questão de gosto ou de preço? É difícil dizer, mas a verdade é que essa espécie custa pelo menos cinco vezes mais do que o feijão, que também já não é tão assíduo na mesa do brasileiro. A relação custo benefício, porém, vale o investimento. Quem vive meio tristonho, sem motivo aparente, na certa mudaria de humor se botasse esse alimento no prato com frequência.

É provável que nossos ancestrais soubessem desse efeito, ou então teriam desistido do cultivo da planta, extremamente sensível às condições de clima e solo e também ao ataque de pragas. Hoje quem empresta sua chancela à leguminosa é a prestigiada revista científica internacional Journal of Archaeological Science, que divulgou recentemente o trabalho de pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém e da Universidade de Haifa, ambas em Israel, exaltando suas propriedades.

Por aqui nossos cientistas também dão seu aval ao grão-de-bico, boa fonte de ferro, carboidratos e proteínas. "Boas doses desse composto resultam ainda em diversos efeitos fisiológicos, como maiores taxas de ovulação e melhora no padrão de desenvolvimento das crianças", diz Leonardo Boiteux, pesquisador do centro nacional de pesquisa de hortaliças da Embrapa, empresa brasileira dedicada ao estudo e ao desenvolvimento agropecuário. A nutricionista Andréa Penatti Ferreira, que recentemente estudou as alterações químicas do grão-de-bico durante o cozimento para a sua dissertação de mestrado na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da USP, em Piracicaba, acrescenta que a disponibilidade de ferro é outro diferencial da leguminosa. Na tabela os valores desse mineral no grão-de-bico aparecem ligeiramente inferiores aos de seus parentes. O mesmo acontece com os teores de proteína. Contraditório? Não, responde Maria Esther Fonseca, também pesquisadora da Embrapa. "O ferro disponível nessa leguminosa é mais bem aproveitado pelo organismo. Quanto às proteínas, a qualidade delas é muito superior a das demais leguminosas, sem contar que são totalmente digeridas, o que não acontece com suas congêneres", explica a especialista.

As vantagens do grão-de-bico não param por aí. Ele acumula fitoestrógenos e por isso já começa a ser usado em terapias de reposição hormonal na menopausa. "Essas substâncias, também chamadas de hormônios vegetais, têm se mostrado capazes de prevenir a osteoporose e problemas cardiovasculares, embora não tão capazes quanto aquelas extraídas da soja", diz Maria Esther. Se depender dos cientistas da Embrapa, o grão-de-bico ficará ainda mais nutritivo. Eles buscam o aperfeiçoamento genético para obter novas variedades adaptáveis a várias regiões. "Pretendemos também aumentar os teores de triptofano", anuncia o pesquisador Warley Nascimento, "Talvez o astral do brasileiro melhore." E, para derrubar de vez a resistência de quem torce o nariz para a leguminosa, nada como uma especialidade da cozinha espanhola, o puchero, mas em versão light para tornar o prato ainda mais saudável.
Fonte: www.nutricaohoje.com.br

Ansiedade e depressão fazem pessoas ficarem viciadas em chocolate


Universidade de São Paulo convoca chocólatras para estudo científico

O Instituto de Psiquiatria da USP (Universidade de São Paulo) convoca maiores de 18 anos que se consideram viciados em chocolate a participar de um estudo que pretende levantar as causas da compulsão. Serão dez encontros quinzenais no próprio instituto, localizado na região central de São Paulo, às segundas-feiras, das 10h às 11h30min. Durante os encontros, os pesquisadores vão incentivar diálogos sobre o tema e oferecer chocolates aos participantes.

Apesar de o termo "chocólatra" ser usado popularmente por quem apenas gosta de chocolate, comer demais a guloseima pode ser sinal de compulsão ou mesmo um distúrbio alimentar que requer tratamento clínico e psiquiátrico. O produto se torna uma válvula de escape para pessoas com ansiedade ou depressão, pois ele altera os níveis de serotonina do cérebro, responsáveis pelas sensações de prazer.

Segundo o psiquiatra Arthur Kaufman, líder da pesquisa do Programa de Atendimento ao Obeso do Ipq, a pessoa pode ser considerada viciada em chocolate quando come o doce todos os dias, em bastante quantidade e em um curto período de tempo. A vontade incontrolável de ingerir a guloseima é característica comum à compulsão alimentar. "Um chocólatra é aquela pessoa que come de 300g a 500g de chocolate por dia, mas tem gente que chega a comer 1 kg."

Doce vira "muleta" para aliviar o estresse

Outro fator comum ao chocólatra é usar o doce para aliviar momentos de tensão, explica Kaufman. "O chocolate libera um neurotransmissor chamado endorfina, o mesmo que é liberado quando se faz muitas horas de academia, que dá sensação de prazer. A endorfina ativa a liberação da serotonina responsável pelo humor e, quem come chocolate, tem melhora imediata no temperamento." A economista Carolina de Oliveira, 25 anos, é chocólatra assumida. Funcionária de uma grande empresa de telecomunicações, sua carga de trabalho diário costuma ser intensa. "Quando eu não estou estressada como uns quatro ou cinco chocolates, mas se eu estiver, é mais de dez, chego a perder a conta." A predileção de Carolina pelo doce chega a afetar outras refeições. Ela diz que gosta de trocar o almoço por uma barra de chocolate, tanto que em um antigo trabalho chegou a ter uma gaveta em sua mesa de trabalho repleta deles. Questionada sobre se considerava a sua atitude como a de uma viciada em chocolate, a economista não titubeou: "Sou muito chocólatra. Eu entrei de dieta e consegui ficar sem chocolate por no máximo sete dias e meio. Não ligo de não comer comida, mas não dá para ficar sem chocolate."

A troca de alimentos por chocolate é outro fator comum entre os chocólatras, de acordo com a endocrinologista Leila Maria Batista de Araújo, vice-presidente da Abeso - Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Segundo ela, o vício em chocolate já sinaliza que a pessoa tem uma alimentação desregrada:"Não deixa de ser um distúrbio alimentar. As pessoas se privam de uma alimentação adequada e, para não se frustrar, comem chocolate." Neste grupo, a médica inclui até as celebridades, que mesmo apresentando belos corpos, dizem abusar da guloseima. "O indivíduo que faz dietas exageradas se priva de coisas importantes, o que desregula a operação do metabolismo, alterando os níveis de serotonina. Isso faz com que ele coma muito doce, porque sabe que vai ficar mais calmo."

Tratamento é feito com moderador de apetite ou antidepressivos

Se for comprovada a compulsão pelo chocolate, o tratamento deve ser realizado como o de qualquer outro distúrbio alimentar, com medicação que limite a vontade de comer descontroladamente. Segundo a endocrinologista da Abeso, são indicados remédios à base de sibutramina (moderador de apetite) ou antidepressivos como a fluoxetina. "Se a pessoa é obesa, damos a sibutramina para ela perder peso. Se sofre de transtorno de ansiedade ou é depressiva, damos a fluoxetina, que vai tentar normalizar os níveis de serotonina."

Junto aos medicamentos, o ideal é receber também orientação psicológica ou psiquiátrica. Para a psicóloga Cecília Zylberstajn, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a psicoterapia é importante porque age na parte emocional, ajudando a pessoa a reconhecer seus sentimentos que levam à compulsão. "A terapia vai ajudá-la a identificar os problemas existentes que podem influenciar na mudança do comportamento."

Fonte: www.nutricao.com.br

Emagrecimento sem mistério

A fórmula mágica para o emagrecimento existe. Basta segui-la à risca e o resultado aparece. O melhor de tudo é que não são necessários sacrifícios gigantescos, extravagâncias gastronômicas ou comportamentais. A grande fórmula para se perder peso, os especialistas afirmam, é alimentação equilibrada combinada com a prática regular de exercícios físicos. Se você não viu nenhuma novidade, é isso mesmo. O caminho está longe de ser um mistério – o difícil mesmo é segui-lo. 

"Não há mágica: é necessário se gastar mais energia do que se ingere", observa José Kawazoe Lazzoli, especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte e Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBME). "Pensemos numa balança de feira, onde colocamos num prato o que ingerimos de energia, por meio dos alimentos, e, no outro, a energia que gastamos para manter o nosso corpo funcionando e também o que é gasto com atividades físicas. Dependendo de qual prato for mais pesado, perdemos ou ganhamos peso." 

Um dos erros comuns entre os que não conseguem perder e manter o peso, mesmo após incontáveis dietas, é a busca por soluções fáceis e rápidas, obtidas por meio de alimentação limitada – comer só sopa, ou apenas alface ou nada mais do que shakes diets. O problema dessas dietas muito restritivas – que cortam os alimentos cotidianos, as guloseimas prediletas ou grupos alimentares inteiros, como carboidratos – é que, depois do período de regime, a pessoa vai retomando os velhos hábitos incorretos e, assim, ganha de volta os quilos perdidos. É o conhecido efeito sanfona. 

Jejuns. Outro problema são os longos períodos sem alimentação ou quando se "pula"refeições. "Nesse caso, o prejuízo ocorre porque o corpo entende o processo como uma privação de alimentos e, para se poupar, passa a gastar menos energia, diminuindo o metabolismo", afirma a nutricionista Renata Alves. Com isso, além de evitar o emagrecimento, a pessoa pode voltar a recuperar, e até aumentar, o peso. "Porque, no retorno da comida, o organismo retardou o metabolismo com medo de nova escassez, então fica mais fácil de a pessoa voltar a engordar", explica. 

Por outro lado, reduções muito rápidas de peso não são saudáveis, pois perde-se massa magra também (muscular e, inclusive, óssea), ao invés de apenas gordura. É importante evitar, ainda, as metas irreais. "As pessoas sempre querem perder mais peso do que necessitam", afirma a endocrinologista Rosana Bento Radominski, professora-doutora da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Por isso, é recomendável que um nutricionista ou endocrinologista oriente sobre a quantidade de peso a ser perdida e acompanhe todo o processo de emagrecimento. 

A reeducação alimentar é o primeiro passo para quem quer emagrecer com saúde. Comer mais frutas, legumes e verduras; fazer refeições em pequenas porções a cada três horas; tomar bastante água (no mínimo, dois litros por dia); evitar frituras, comidas industrializadas; incorporar cereais integrais – que, por terem mais fibras, aumentam a saciedade. O problema é que muitas pessoas não gostam de comer determinados alimentos, então o desafio parece insuperável. 

"A orientação deve ser dentro da realidade do paciente. Se ele é chocólatra, não vou proibi-lo de comer chocolate, mas ensiná-lo a não comer muito de uma vez e a deixar por mais tempo o pedaço na boca", exemplifica a nutricionista Renata Alves. Em sua rotina profissional, ela tem percebido a dificuldade dos pacientes em evitar alimentação industrializada e em combater o sedentarismo. "O mundo está ficando mais obeso, ao mesmo tempo em que se faz mais dieta. A conta não está fechando." 

Da mesma forma que a alimentação, a prática regular de exercícios físicos deve se adaptar à rotina pessoal e, principalmente, ser prazerosa. Para quem não gosta de academia e de praticar esportes, uma caminhada de 30 minutos por dia é suficiente. Basta tentar fazer os pequenos trajetos diários a pé (padaria, mercado) e, se a ida para o trabalho é feita de ônibus ou metrô, descer um ponto antes do destino e ir caminhando é uma saída.


Fonte: www.estadao.com.br

Musculação faz bem à saúde e ajuda na perda de peso


Pesquisa mostra que o exercício queima 40% a mais de gordura 

Não é de hoje que grande parte da população está em busca do corpo perfeito, mas as academias estão cada vez mais lotadas. A musculação continua sendo a atividade preferida e, o melhor, é um exercício que tem ganhado respaldo científico.

Diversas pesquisas foram realizadas com a musculação e os resultados mostram que essa atividade tem um impacto benéfico muito maior do que se imaginava e, que em certos casos, pode trazer resultados melhores do que o exercício aeróbico.

Segundo a Universidade de Penn State, a musculação proporciona maior queima de gordura. O estudo analisou pessoas acima do peso e que começaram a praticar tal atividade três vezes por semana. O resultado obtido foi uma queima de gordura 40% maior na musculação se comparada com a mesma quantidade e frequência de uma atividade aeróbica.

"A prática de atividade física tem sempre o objetivo de saúde, do bem-estar. A musculação, de acordo com a pesquisa, além de ajudar a emagrecer, tem mais gastos calóricos e outros benefícios, mas deve sempre ser realizada com acompanhamento de um profissional da área", explica a educadora física e tutora do Portal Educação, Bruna Morais.

Vale destacar que levantar peso chega a diminuir 40% o risco de derrame e 15% de infartos, sem contar que o exercício ajuda a regular a pressão, reduz o risco de alguns tipos de câncer e é capaz de controlar a glicose no sangue.

 Prometemos sempre largar aqueles hábitos que nos prejudicam. Passadas algumas semanas, retornamos inconscientemente ao módulo automático. E o drama se repete sempre.

Porém, a boa notícia é que nem sempre isso ocorre por falta de motivação ou disciplina. Outros fatores podem estar envolvidos e nós nem percebemos.

Vejamos o caso da alimentação. Você passou alguns meses ou até anos comendo religiosamente a mesma quantidade de comida diariamente. Como pretende alterar este padrão arraigado em apenas um mês?

Outro caso comum é o sono. Desde sempre você se deita à meia-noite e acorda por volta das 7 horas com a ajuda do despertador.
Sete horas na cama são comprovadamente insuficientes para a maioria das crianças, adolescentes e adultos. Mas esse hábito às vezes está tão presente que é difícil mudar.

O mesmo se aplica aos regimes alimentares. Para reverter essa situação, é importante absorver os nutrientes necessários na dose e horários certos.

Para quem se exercita pouco, recomenda-se menor consumo de calorias nas refeições. Atletas e trabalhadores braçais costumam acrescentar mais calorias à sua dieta normal levando em conta o gasto extra em suas atividades.

Prefira calorias com qualidade nutricional provenientes de alimentos naturais e balanceados, sem excessos de gorduras e massas. Açúcar refinado e conservantes artificiais que simulam sabores não deveriam fazer parte de seu cardápio. A frutose e o mel das abelhas são os melhores adoçantes. Modere no sal, chocolate, café e nas bebidas alcoólicas.

E por falar em atividade física, organize também seu treinamento seguindo uma agenda flexível e inteligente. Por exemplo: 
1) Defina os dias e horários a que irá se dedicar, de acordo com suas disponibilidades e tempo livre.

2) Aproveite brechas na sua rotina para se exercitar e busque horários alternativos sempre que possível. Muitas vezes podemos aproveitar os períodos matinais ao longo da semana, dormindo 1 hora mais cedo no dia anterior ou adiantando os afazeres da manhã seguinte.

3) Use aquele espaço ocioso do seu horário de almoço para suar a camisa no parque ou na academia. Aproveite o intervalo entre a saída do trabalho e a chegada em sua casa. Além de evitar o trânsito intenso, você estará em um local agradável e diferente, extravasando a energia nervosa acumulada de um jeito terapêutico, seguro e produtivo.

Enfim, planeje, execute, e não hesite em improvisar. A rigidez poderá desestimulá-lo à longo prazo. Outro conselho: curta mini-férias a cada trimestre e quebre os protocolos acima. Viaje, acampe, varie os pratos, deguste um bom vinho... Recompense a si mesmo sem abusos e seja sua melhor companhia! 
Experimente aplicar estas medidas e adapte-as ao seu biorritmo. Aos poucos, você terá substituído os velhos hábitos quase sem perceber.

Este é o ciclo natural e progressivo de mudanças que o cérebro precisa para abandonar as reações condicionadas.

Não deixe as suas articulações inativas e os músculos atrofiarem: movimente-se! Como os automóveis, o corpo precisa "sair da garagem" e dar umas voltas pela cidade para lubrificar as engrenagens. 

Alivie as tensões nos ombros com exercícios simples

Mesmo com uma estação de trabalho ergonomicamente projetada, uma cadeira confortável e uma boa postura, trabalhar com um computador normalmente resulta em tensão, por que requer que o corpo alterne entre estar parado e movimentos repetitivos.

Felizmente há mecanismos no corpo que podem corrigir este processo. Você pode desfazer os efeitos de oito horas de trabalho diárias no escritório com apenas 15 minutos de movimento.

Claro que exercícios aeróbicos, treinos de força e hábitos saudáveis diminuem a propensão à tensão muscular. Este artigo traz uma série de exercícios simples para que as tensões dos seus ombros sejam diminuídas. 
1- Eleve seus ombros até próximo as orelhas e segure por alguns segundos. Depois relaxe e solte seus ombros. Repita algumas vezes.

2- Levante seus ombros levemente, relaxe, force-os para baixo em direção aos quadris e mantenha por alguns segundos e depois relaxe. Repita várias vezes.

3 - Mova seus ombros em circulos várias vezes. Alterne as direções e o rítimo.

4 - Pender para um lado. Ao se inclinar, lance o seu braço para fora. Agora mova a partir da base de sua coluna e incline para o outro lado, e lance o braço do lado oposto.

Imagine que o seu braço é uma corrente, ao lançar o seu braço, procure aumentar a amplitude de movimento de suas articulações em sequência (ombro, cotovelo e punho). Alterne os lados várias vezes. 
Para se sentir mais a vontade com essa série de movimentos, afaste seus pés na largura dos seus ombros. Evite movimentos que causem dor ou piore a sua tensão.

Se o movimento que você fizer causar dor no pescoço, ombros, costas, mude os movimentos até que sejam confortáveis para o seu corpo.

Nunca pense que sentir dor faz parte do processo, pois não faz. Sempre consulte um profissional qualificado em caso de dores constantes, é melhor prevenir e tratar a dor do que tê-la como parceira. 

Despedida



Eu não podia imaginar as coisas que me aconteceriam, o início foi incerto, confuso e incomum, onde todos os estranhos fariam parte da minha vida, onde todos os cantos teriam histórias escondidas. Aqui passei os melhores anos de minha vida, fize amigos, muitos dos quais, me acompanharão para sempre. Por isso tenho que comemorar!

Esse é um momento especial! É hora de olhar para trás e ver por tudo o que já passei. Sem dúvida, muitas tristezas e conflitos mas, felizmente, por inúmeros bons momentos, de alegria, de vitórias e de cumplicidade.

Devo esquecer aqueles que me impuseram obstáculos infundados e agradecer àqueles que me impulsionaram adiante. É hora, mais do que nunca, de valorizar as amizades e os conhecimentos adquiridos aqui.


Desconhecido

Bons Amigos

Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.
Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.
Amigo a gente sente

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.
Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.
Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.
Porque amigo sofre e chora.
Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.
Porque amigo é a direção.
Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.
Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.
Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,

Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!

Machado de Assis

Os alimentos que combatem rugas

A indústria alimentícia começa a lançar produtos que levam na receita nutrientes capazes de combater rugas e companhia. fique por dentro dessa nova tendência da nutrição

por Thais Szegö

O copo de leite que a gente toma de manhãzinha, acompanhado de fatias de pão integral com um queijo magro ou de goles de um suco de fruta, não garante apenas um início de jornada bem nutrido. Eles podem deixar sua pele macia, suas unhas e cabelos mais firmes e, acredite, ainda ajudam a combater rugas. Parece bom demais para se verdade? Pois saiba que isso já existe: bem-vindo à era dos alimentos enriquecidos com finalidades puramente estéticas. Essa tendência começou na Europa e nos Estados Unidos e já desembarcou no Brasil

“Atualmente existem no mercado vários produtos com colágeno, a proteína que dá sustentação às células”, exemplifica Jocelem Mastrodi Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais. “Sua deficiência provoca, entre outras coisas, a diminuição da elasticidade da pele e o aparecimento dos vincos”, explica Jocelem. “Por sorte, estudos mostram que o consumo diário dessa substância não tem contraindicação e estimula a sua produção no nosso organismo.”

Os antioxidantes também estão sendo adicionados às receitas de muitos alimentos industrializados. “Eles auxiliam no combate aos radicais livres, que provocam o envelhecimento celular”, justifica a dermatologista Ana Cristina Fasanella, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

“A nutrição está diretamente relacionada com a estética”, afirma a dermatologista Marcella Delcourt, da Santa Casa de São Paulo. “Os trabalhos mais recententes reforçam esse elo”, acrescenta o dermatologista Adilson Costa, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, no interior de São Paulo. “E, quanto mais variada a dieta, melhor. Sua pele agradece”, afirma ainda a nutróloga carioca Tamara Mazaracki, que é especialista em medicina antienvelhecimento. Mas, é claro, na hora de variar, alterne principalmente aqueles alimentos que, nesse sentido, são uma beleza. Veja, a seguir, quais são.

Salmão
Esse peixe rosado é o melhor amigo da nossa pele — palavra do dermatologista Nicholas Perricone, o médico das estrelas do showbiz americano. Explica-se: esse pescado é rico em uma substância de nome extenso, o dimetilaminoetano, que é mais conhecido como DMAE. Ela, que ficou famosa na formulação de cremes, também promete promover à mesa o efeito Cinderela, aquele que deixa a cútis mais esticada. Para esse passe de mágica ser notado diante do espelho, a receita do doutor Perricone é comer muitos, mas muitos filés de salmão dois ou três dias antes de um evento especial — aquele em que você precisa parecer o máximo.

Exageros à parte, de fato os peixes de água gelada — como a sardinha, a truta, a anchova, o arenque e, claro, o próprio salmão — devem sempre estar no cardápio. “Eles são ricos em ácidos graxos ômega-3, 6 e 9. Essas gorduras auxiliam na manutenção da barreira epidérmica, que protege o tecido, melhorando sua textura e hidratação”, explica Adilson Costa. “E têm ação antiinflamatória”, acrescenta Ana Cristina Fasanella. A linhaça, o gergelim, o azeite, as oleaginosas e os ovos também contam com pequenas porções desses ômegas. “Os ovos, assim como o leite e seus derivados, oferecem ainda vitamina D, que previne o envelhecimento precoce ao deixar a pele mais resistente”, complementa Tamara Mazaracki.

Soneto do Amigo


Enfim, depois de tanto erro passado 
Tantas retaliações, tanto perigo 
Eis que ressurge noutro o velho amigo 
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado 
Com olhos que contêm o olhar antigo 
Sempre comigo um pouco atribulado 
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano 
Sabendo se mover e comover 
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...


Vinicius de Moraes



A lista

Faça uma lista de grandes amigos,
quem você mais via há dez anos atrás...
Quantos você ainda vê todo dia ?
Quantos você já não encontra mais?
Faça uma lista dos sonhos que tinha...  
Quantos você desistiu de sonhar?
Quantos amores jurados pra sempre...
Quantos você conseguiu preservar?
Onde você ainda se reconhece,
na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria?                                    
Quantos amigos você jogou fora...
Quantos mistérios que você sondava,
quantos você conseguiu entender?
Quantos defeitos sanados com o tempo,
era o melhor que havia em você?
Quantas mentiras você condenava,
quantas você teve que cometer ?
Quantas canções que você não cantava,
hoje assobia pra sobreviver ...
Quantos segredos que você guardava,
hoje são bobos ninguém quer saber ...
Quantas pessoas que você amava,
hoje acredita que amam você?

Oswaldo Montenegro

Reflexão

                              Eu sei que diante das tempestades é quase impossível acreditar e enxergar a luz do fim do túnel. Eu sei que...